Economia

PIB do agronegócio baiano cresce 5,1% no terceiro trimestre de 2021

O PIB do agronegócio baiano, calculado e divulgado nesta quinta-feira (16) pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan), registrou crescimento de 5,1% no terceiro trimestre de 2021 na comparação com o terceiro trimestre de 2020. O crescimento do agronegócio baiano no terceiro trimestre foi igual ao conjunto de toda a economia, que também cresceu 5,1% na comparação com mesmo trimestre de 2020.

Em valores monetários, o agronegócio baiano totalizou R$ 21,3 bilhões, correspondendo a 25,2% de toda a economia baiana no terceiro trimestre, isto é, para cada R$ 1,00 na economia baiana, R$ 0,25 foram gerados em atividades associadas ao agronegócio.

Os segmentos da pecuária, da lavoura temporária e da lavoura permanente foram os que mais contribuíram para o desempenho positivo do agronegócio baiano no terceiro trimestre. Também favoreceram o resultado o crescimento na demanda final por produtos do agronegócio, particularmente aquela associada ao setor externo.

Entre julho e setembro de 2021, seguindo a tendência de crescimento na produção e distribuição, observou-se também crescimento nas exportações dos segmentos do agronegócio que totalizaram aproximadamente R$ 1,4 bilhão – crescimento de 44% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Já no ano (jan-out), as exportações do agronegócio totalizaram R$ 3,6 bilhões representando aproximadamente 51% de todas as exportações baianas. Por outro lado, a produção de cereais, algodão e café registrou desempenho negativo no terceiro trimestre, contribuindo negativamente para o desempenho do setor.

Um fator a ser destacado acerca da evolução do agronegócio baiano é a movimentação de preços que tem acompanhado praticamente todos os produtos agrícolas. A contínua elevação nas cotações internacionais dos produtos agrícolas tem beneficiado o setor no sentido de elevar a sua participação na economia baiana na medida em que maiores preços dos produtos implica em crescimento nominal do Valor Adicionado (VA). Esse fator, juntamente com o crescimento na produção física, tem sido determinante para o crescimento de participação do agronegócio na economia baiana.

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