Justiça

Maia diz que governo distorce prioridades ao zerar impostos para armas em cenário incerto sobre vacinas

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), criticou nesta quarta-feira (9) o que descreveu como “distorção de prioridades” do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) ao comentar a decisão do Ministério da Economia de zerar a alíquota de impostos para importação de armas a partir de janeiro de 2021.

O anúncio foi feito no contexto de recrudescimento dos números da pandemia da Covid-19, no qual o Ministério da Saúde ainda não divulgou um plano para imunização da população. Nesta quarta, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a vacinação contra Covid-19 no Brasil com a vacina desenvolvida pela Pfizer pode começar ainda em 2020

“Nos deixa perplexos a falta de prioridade e sensibilidade do governo. As pessoas estão perdendo as vidas, o número de infectados aumentando, hospitais sem leitos de UTI e nós vemos isenção para importação de arma”, disse Maia, de acordo com o portal UOL.

Na avaliação do presidente da Câmara parece haver uma “distorção de prioridades ou uma falta de prioridade” por parte do governo federal. O Congresso deve votar na próxima quinta-feira (9) um projeto sobre a vacina. “Nós vamos enfrentar esse tema, esperamos que o governo possa ter convergência”, prometeu.

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